domingo, 21 de outubro de 2007

LINGUAGEM METAFÓRICA E LINGUAGEM CIENTÍFICA



Atividade 2
Item g


  • A intenção dos dois textos é divulgar o “Descobrimento da América”. A diferença é que o primeiro texto é informal, a linguagem é metafórica, exigindo um conhecimento mais amplo incluindo conhecimento prévio, inferência de informações implícitas, o sentido fica subentendido, há coloquialidade, imaginação e apresenta mais de uma interpretação. Já o segundo texto por ser científico, é claro e objetivo, ou seja, utiliza termos técnicos, o sentido é direto, há clareza e objetividade, utiliza argumentações, exige somente conhecimento prévio sobre o assunto.

  • É mais fácil compreender e atribuir sentido ao segundo texto porque ele nos dá pistas para muitas das inferências solicitadas.
    Celia Regina e Marisa

MURAL DA CIÊNCIA II - ESQUEMA

sábado, 20 de outubro de 2007

INFERÊNCIAS SOBRE O TEXTO DE DOOLING E LANDMAN

Fazendo a intertextualidade entre o primeiro texto que é de Dooling e Landman e do segundo de divulgação científica publicado por Roberto Benavides em, Caderno de Sábado do jornal da Tarde/Estado de São Paulo, podemos perceber que se Colombo voltasse às Américas hoje, não encontraria tantas mudanças.

Retomando as perguntas já respondidas no item c.

A descoberta da América por Cristovão Colombo.
As três irmãs citadas no texto são as três caravelas :Santa Maria, Pinta e Nina.
As imensidões ficam nos mares atravessados pela expedição: águas calmas e ondas ou tempestades.
As gemas são as jóias e riquezas que permitiram a expedição de nosso país.
Os pássaros que anunciam " terra à vista".
Finalizando, Colombo é o grande herói , “dono do pedaço”, como disse meu marido.
Celia Regina e Marisa

TEXTO DE DOOLING E LANDMAN

Atividade 2
Item d
Trecho que resume o tema central do texto:

"Os olhos enganam", disse ele, "um ovo, e não uma mesa, tipifica corretamente esse planeta inexplorado".
Celia Regina e Marisa

LEVANTAMENTO DE HIPÓTESES DO TEXTO DE DOOLING E LANDMAN

Atividade 2 - Unidade 6
Item C
Observação:
Eu já conhecia o texto, então pedi ao meu marido que lesse o mesmo e fizesse o levantamento de hipóteses. Veja o que ele disse:

De que você acha que o texto trata?
De um galinheiro com galinhas e apenas um galo.

Quem são as três irmãs?
São as galinhas.

Onde ficam as imensidões tranqüilas, os picos e vales turbulentos?
Próximo a uma casa bem distante e que tem um galinheiro nos fundos.

A que se refere o termo gema?
A um ovo que não chocou, o mesmo quebrou e a gema ficou inteira.

Quem são as criaturas aladas?
São os pintinhos que nasceram com defeito nas asas.

Quem é o herói de que o texto fala?
Do galo, que se sentia o “dono do pedaço”, porque as galinhas eram exclusivas dele.
Celia Regina


LETRAMENTO E CAPACIDADES DE LEITURA PARA A CIDADANIA.






Neste texto, Roxane Rojo argumenta que ler não é apenas decodificação de grafemas (escrita) em fonemas ( fala) e sim envolvimento de diversos procedimentos e capacidades (perceptuais, práxicas, cognitivas, afetivas, sociais, discursivas, lingüísticas), todas dependentes da situação e das finalidades de leitura.
Também diz que, na segunda metade do século passado, aprender a ler encontrava-se altamente equacionado à alfabetização, ou seja, conhecer o alfabeto. Uma vez alfabetizado, o aluno poderia chegar da letra, à sílaba e à palavra, e delas, à frase, ao período, ao parágrafo e ao texto.
Após 50 anos, houve algumas transformações e muitas outras capacidades foram sendo apontadas como: capacidades de ativação, reconhecimento e resgate de conhecimento, capacidades lógicas, capacidades de interação social etc. Ainda estava restrito a compreensão do texto.
Mais adiante, o ato de ler passou a ser visto como uma interação entre o leitor e o autor. O texto deixava pistas, da intenção e dos significados do autor e era um mediador desta parceria interacional .
Recentemente, a leitura é vista como um ato de se colocar em relação um discurso (texto) com outros discursos anteriores a ele. Nesse sentido o discurso/texto é visto como um conjunto de sentidos e apreciações de valor das pessoas e coisas do mundo, dependentes do lugar social do autor e do leitor e da situação de interação entre eles.
Entendemos então, que letramento não é apenas a apropriação e o conhecimento do alfabeto, mas sim um processo de apropriação das práticas sociais de leitura e escrita e, naturalmente, das capacidades nelas envolvidas.
Celia Regina e Marisa

Avaliação do Módulo 1

As atividades do primeiro módulo foram muito importantes para mim e estou tendo a chance de ampliar meus conhecimentos de forma bastante divertida e dinâmica, através da Internet e compartilhando com meus colegas, pois trabalhar com leitura e escrita interativamente ajuda na compreensão da mesma. A comunicação via internet também permite comunicarmos e trocarmos informações de maneira muito rápida. Por isso tenho certeza que os objetivos propostos deste primeiro módulo foram contemplados de forma satisfatória.
O compartilhamento das experiências é uma forma diferente e criativa de aprender, e está me fazendo refletir e repensar o modo de trabalhar com meus alunos a “leitura e a escrita” de forma diferenciada, e com certeza me ajudará no processo ensino-aprendizagem, além de ser prazeroso trocar idéias e crescer no campo da informática.
Minha experiência de criação, produção e interação no Blog está maravilhosa, no começo fiquei um pouco perdida e insegura, aos poucos fui me familiarizando e agora já estou mais confiante, pois posso acrescentar, modificar as atividades já postadas , fazer comentários aos nossos colegas e ler os comentários que são enviados. Dessa forma é possível enriquecer os conhecimentos pretendidos.
Com certeza os conhecimentos sobre gêneros discursivos e capacidades de leitura e escrita estão abrindo novos horizontes, me fazendo refletir e tornar o meu trabalho mais significativo. Durante as atividades de leitura e escrita, formulamos conceitos, desenvolvemos capacidades, trabalhamos e aprimoramos a própria leitura e escrita.
Trabalho da melhor maneira possível diversos gêneros textuais, na maioria das vezes em sala de aula, e quando temos apresentações de peças teatrais, muitas vezes reescritas pelos alunos, usamos o pátio, pois não há ambientes específicos à pratica de leitura e escrita. A biblioteca é muito pequena, só cabem os livros e a bibliotecária, o cantinho para leitura é ao ar livre, mas o calor não nos deixa tão à vontade, a sala de informática só tem sete computadores e as classes normalmente têm 30 alunos, fica um tanto inviável levá-los até lá. Mas isso não me desanima porque há muitos alunos que são apaixonados por leitura e isso favorece o trabalho.Os textos do livro didático são bem diversificados, em toda unidade há intertextualidade e no final de cada unidade, produção do tema tratado.
Celia Regina